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27 Janeiro 2015

Repensando a Expotupã

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro colocou uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os 
outros o enchiam de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo  não mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio,  continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..." 
              Quantas e quantas situações, da vida real, não estão enquadradas nesses preconceitos impostos, dificultando, pois, a mudança de paradigmas impregnados de vícios e resistências que atravancam o progresso. Inclusive à Expotupã, porque  tem que ser anual e sobretudo, porque tem que ser  o Sindicato Rural sozinho a promover esse evento?

Há na diretoria quem proponha que o Sindicato promova apenas uma feira agropecuária, sem shows e aparatos relacionados para atendimento do grande público acostumado a participar,  questionando se  realmente seria sua incumbência  produzir  tal evento, levando-se  em conta a  responsabilidade, críticas, custos, propósitos, benefícios, etc...

Outros apoiam a ideia de adiar o evento por um ano ou mais até que as cabeças pensantes do município superem o preconceito do “cacho de bananas no alto da escada” e encontrem uma forma mais eficaz e equânime de promover nossa cultura, nossos valores, produtos e riquezas.

Fica a questão para reflexão aguardando consenso da sociedade, o mais rápido possível.